Sobre

Cláudia de Marchi - Acompanhante Brasília - DF

Fato é que o já conhecido codinome Simone Steffani nasceu para preservar o meu lattes, meus familiares distantes, enfim, aqueles cuja existência pouco me interessa, mas que, por desventura do destino, carrego o sobrenome. Meu pai, mãe e tias maternas, ou seja, quem realmente me ama, sempre soube do meu novo ofício. Minha mãe, minha melhor amiga e companheira, como apoiadora feminista “number one”.

Simone Steffani, enfim nasceu para preservar o meu currículo, afinal, à época de seu “nascimento”, (11 de abril de 2016), pesquisando “Cláudia de Marchi” no Google aparecia o site Pensador.com, dentre outros para o qual escrevi crônicas e artigos jurídicos, além do meu blog “Apenas ideias” onde escrevia crônicas afetivas diversas, polêmicas, dramáticas e até mesmo divertidas. Todavia, a Simone eclodiu muito rapidamente em reportagens, entrevistas, redes sociais, e, agora, se você pesquisar pelo meu nome (Cláudia de Marchi) verificará que nos fundimos num “ser virtual” só.

A intelectualizada ex-professora e advogada há 11 anos com a acompanhante de luxo que adora sexo oral, engolir porra e fazer anal intenso. Simone era um disfarce, mas quem existe é a Cláudia de Marchi. E eis aí razão deste site, inicialmente com “domínio” www.simonesteffani.com.br ter se tornado www.claudiademarchi.com.br.

Eu sou a evolução da Claudinha dos tempos do IE, do colégio Notre Dame, da faculdade de Direito da tradicional Universidade de Passo Fundo, uma machistinha imatura e persuasiva, eu sou a evolução da professora especialista em Direito Constitucional “de Marchi”, que teve na demissão sua maior indignação e revolta, sou a evolução da “Doutora” Cláudia, que viu na pele quão difícil é não ter “QIndica” ou “papaicracia” no exercício da advocacia e ter que se virar sozinha numa sociedade que menospreza profissionais bonitas e ainda as coloca na berlinda do equilíbrio psíquico graças a ciúmes de esposas problemáticas e inseguras, eu sou a evolução da Cláudia, já mais madura e feminista que nunca quis emergir na carreira fazendo sexo com homem casado ou se casando com milionário para quedar-se servil numa vida luxuosa que não lhe pertence, eu sou a evolução da “Cláudia amor da minha vida”, da “Cláudia minha alma gêmea”, da Cláudia esposa que fazia mousse de chocolate para agradar ao marido.

Sou sim, a Cláudia de Marchi blogueira desde 2007, advogada desde 2005 e, atualmente, licenciada, por opção, da OAB. Sempre fui uma mulher excelente em relacionamentos amorosos sérios e péssima em aceitar o comodismo de quem acha que “eu te amo” é titulo translativo de propriedade. Sempre fui péssima com aqueles que me “davam” ou até me “dão” por conquistada! Eu gosto é do esmero em preservar a conquista.

Tem quem me ame, tem quem me odeie. Tem quem confunda minha segurança e autoconfiança com arrogância, minha objetividade com frieza, minha leveza com irresponsabilidade, meu módico hedonismo com falta de zelo.


Cláudia de Marchi - Acompanhante Brasília - DF

Sou caseira, gosto de ler, de cinema e de seriados. Um bom vinho, uma mesa de bar repleta de pessoas transparentes e sem vontade de julgar a vida alheia também me agrada. Não suporto hipocrisia, não suporto extremismos religiosos, políticos e intelectuais.

Respeito a todos, amo a poucos! Adoro interagir e ouvir pessoas, mas raramente admiro o ser humano. Eu me dou bem com meu silencio, meu café, meus livros, meus textos escritos (são milhares deles), meus seriados e filmes prediletos. Amo a companhia da minha mãe e dos meus gatos, Zeus e Pequeno Bolota. Aliás, amo a minha companhia e pacifica solidão.

Esta sou eu, Cláudia de Marchi, uma ninfomaníaca seletiva que desperta sensações diversas, porém nunca mornas, que adora incomodar aos hipócritas e as recalcadas e recalcados de plantão e que, acima de tudo, é contente consigo mesma, dorme como um anjo e tem orgasmos múltiplos! Aliás, uma rara mulher cujo corpo, cavidades e mente foram projetados para dar e receber toda e qualquer forma de prazer. E, quer saber?! Eu tenho o melhor trabalho do mundo! Está incomodado? Se retire. Obrigada.

Cláudia de Marchi

Brasília/DF, 30 de agosto de 2016.


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